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Alimentação emocional

por Sandra Almeida, em 25.01.10

Tem excesso de peso e as suas escolhas alimentares não são as melhores?

Já tentou fazer mil e uma dietas e nenhuma resultou?

Fez promessas de Ano Novo em relação à sua alimentação e não está a conseguir cumpri-las?

Se se enquadra numa ou em várias destas situações, acredite que não está sozinho!
A grande maioria das pessoas tem uma enorme dificuldade em mudar o seu estilo de vida e começar a ter hábitos alimentares mais saudáveis. Mesmo com o apoio de um nutricionista, a resistência à mudança e a dificuldade em cumprir o plano alimentar prescrito levam muitas pessoas a desistir dos seus objectivos de perda de peso, prejudicando seriamente a sua saúde...

Quando penso nas minhas consultas, vejo que o mesmo método de emagrecimento leva a resultados fantásticos em algumas pessoas e a uma ausência total de resultados noutras.

Já se questionou porque é que algumas pessoas conseguem perder peso com sucesso enquanto que outras passam a vida toda a tentar sem o conseguir?

A resposta poderá estar na "alimentação emocional".

Este conceito relaciona as nossas emoções com as nossas escolhas alimentares. Eis alguns exemplos:

- ter menos apetite quando se está apaixonado;

- "devorar" alimentos hipercalóricos porque o dia correu mal;

- deixar totalmente de comer quando se está de luto...

Estas situações sempre existiram mas, hoje em dia, a tendência é "esconder" e "mascarar" as nossas emoções. Isso reflecte-se, por exemplo, no elevadíssimo consumo de antidepressivos - a maioria das pessoas prefere tomar medicação a fazer psicoterapia e lidar verdadeiramente com as suas emoções.

Sente uma necessidade enorme de comer doces? Nunca se sente verdadeiramente saciado, mesmo após uma refeição excessiva? Aquilo que sente não é fome nem apetite, é uma "fome emocional" que está frequentemente associada aos seguintes alimentos:

- gelados e queijo: necessidade de preenher um vazio;

- pão e açúcares: necessidade de conforto e tranquilidade;

- chocolate: falta de amor, sentimento de rejeição;

- alimentos salgados: raiva, stress e ansiedade.

Para ultrapassar estas situações, precisa de aprender a identificá-las, a perceber quais as situações que o levam a comer determinados alimentos. Depois, terá que aprender a canalizar as suas emoções para outras áreas que não a comida: exercício físico, yoga, massagens de relaxamento, psicoterapia, ...

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1 comentário

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De Anónimo a 11.11.2012 às 19:05

Adorei, obrigada...........

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